A presença de capivaras no ambiente urbano de Lagoa Santa tem merecido toda atenção das autoridades municipais, bem como das associações de proteção aos animais. Em reunião realizada na Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), com a presença do prefeito, Rogério Avelar, junto com os técnicos da UFMG e Fiocruz e de ativistas de proteção aos animais. Após visita técnica na lagoa central, recebemos recomendações técnicas específicas que já foram adotadas pela Prefeitura.

 

A quase inexistência de predação das capivaras no ambiente urbanizado possibilita a ocorrência de densidades populacionais, muitas vezes, superiores às que ocorrem em seu habitat natural. Esta condição de desequilíbrio ambiental, naturalmente também, determina o aumento da população de seus parasitos, principalmente os carrapatos e com eles o aumento da circulação do agente etiológico da Febre Maculosa Brasileira (FMB).


As condições urbanas e climáticas são favoráveis a proliferação de carrapato. Recentemente, foi registrado, em Belo Horizonte e região metropolitana, quatro casos confirmados de morte por febre maculosa (Sistema de Informação de Agravos de Notificação - SINAN).


O carrapato é transmissor da febre maculosa, doença grave que deve ser tratada imediatamente e tem como sintomas - dor de cabeça, dor no corpo, febres e calafrios e pontinhos avermelhados nas mãos e pés.


Em caso de dúvidas ou suspeita de contaminação, após a picada do carrapato e aparecimento dos sintomas, procure imediatamente a Unidade Básica de Saúde mais próxima de você ou a Unidade de Pronto Atendimento Municipal.


O sistema de saúde municipal esta preparado para orientar, atender e cuidar da população em conformidade com o protocolo do Ministério da Saúde (MSBR/2017).

Consulte a Nota Técnica na íntegra:

 

 Carrapato