A Prefeitura de Lagoa Santa participa da campanha nacional do Outubro Rosa do Ministério da Saúde. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), a estimativa para o biênio 2016–2017 são cerca de 600 mil novos casos.

Para a Sociedade Brasileira de Mastologia o câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos novos casos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.

Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade a incidência do câncer de mama cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos.

É importante que as mulheres façam o autoexame, uma vez que 65% das mulheres descobriram o câncer de mama sozinhas, ao perceber alguma alteração na mama. A orientação do Ministério da Saúde é que mulheres na faixa etária entre 50 e 69 anos façam mamografia, em um intervalo de dois anos.

 

ORIENTAÇÕES SOBRE PREVENÇÃO


Prevenção do câncer de mama significa diminuir ou eliminar a exposição da mulher aos fatores de risco a fim de reduzir a possibilidade da ocorrência da doença ao longo da vida.

Consumo excessivo de álcool, excesso de peso, principalmente na pós-menopausa, e terapia de reposição hormonal aumentam o risco de câncer de mama.

A terapia de reposição hormonal (TRH), principalmente a terapia combinada de estrogênio e progesterona, aumenta o risco do câncer de mama.

O aumento de risco de desenvolver a doença diminui progressivamente após a suspensão da TRH. A exposição excessiva à radiação ionizante, como as utilizadas em exames de imagem (raios X, tomografia e mamografia), também aumenta o risco de câncer de mama.

Por meio da alimentação saudável, atividade física e do controle do peso corporal é possível evitar 28% dos casos de câncer de mama.

A amamentação exclusiva até os seis meses é fator protetor para o câncer de mama. A realização de mamografias de rotina (rastreamento) fora da faixa etária de 50 a 69 anos aumenta o risco de diagnosticar cânceres que nunca causariam sintomas (sobrediagnóstico) e de expôr desnecessariamente a mulher à radiação ionizante.

Fonte: Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva - INCA

 

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