A Secretaria Municipal de Saúde por meio do Departamento de Controle de Zoonoses realiza, nos dias 23 e 30 de setembro de 2017, a Campanha de Vacinação Antirrábica de cães e gatos. A meta este ano é imunizar 6.500 animais e, assim, manter o controle da doença na cidade.

A vacinação acontecerá nas Unidades Básicas de Saúde.

No dia 23/09, será realizada nos bairros: Aeronautas, Visão, Lapinha, Campinho, Palmital, Sangradouro, Novo Santos Dumont e Morro do Cruzeiro.

No dia 30/09, nos bairros Francisco Pereira, Ovídeo Guerra, Jardim Ipê, Centro, Promissão, Santos Dumont, Várzea, Brant, Moradas da Lapinha e Santa Helena/Vila Maria.

A raiva é transmitida principalmente por cães, gatos, morcegos e alguns animais silvestres. A transmissão ocorre principalmente pela saliva, mordida ou arranhão de animais infectados.

Os principais sintomas em pessoas são mudanças de hábitos e comportamentos, hidrofobia (medo de água) e paralisia. A pessoa que teve contato com um animal suspeito deve procurar imediatamente atendimento médico.

Para vacinar seu animal, recomenda-se levar os cães contidos por corrente ou guia e, de preferência conduzidos por adultos. Os gatos devem ser levados em gaiolas transportadoras, enrolados em mantas ou em sacos de linhagem.

Cães e gatos somente podem ser vacinados com mais de três meses de vida. Após vacinados, os animais não devem ser submetidos a esforços físicos. As cadelas e gatas prenhas também devem ser vacinadas.

 

CapaFacebook Campanha Antirrabica

Os escorpiões possuem hábitos noturnos e vivem em locais propícios para o surgimento de insetos, tais como baratas, que são seus principais alimentos. Podem sobreviver longos períodos sem comida e água, escondidos em lugares escuros e úmidos, como frestas, fendas, atrás de móveis, calçados, roupas, panos, redes de esgoto, fossas, entulhos – madeiras, tijolos, telhas, pedras – e outros. Podem proliferar quando encontram ambientes favoráveis. O controle por meio de inseticidas ou outros agentes químicos é muito difícil. Para evitar a sua proliferação, é importante combater as baratas, alimento preferido dos escorpiões. Esses animais não são agressivos e causam acidentes apenas quando tocados ou comprimidos contra o corpo. Fonte: Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais.

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A presença de capivaras no ambiente urbano de Lagoa Santa tem merecido toda atenção das autoridades municipais, bem como das associações de proteção aos animais. Em reunião realizada na Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), com a presença do prefeito, Rogério Avelar, junto com os técnicos da UFMG e Fiocruz e de ativistas de proteção aos animais. Após visita técnica na lagoa central, recebemos recomendações técnicas específicas que já foram adotadas pela Prefeitura.

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Em cerimônia que aconteceu no auditório da Escola Municipal Professora Claudomira, a Secretaria Muncipal de Saúde realizou o lançamento do Censo Animal 2017. O objetivo do Censo é saber quantos animais (cães e gatos) de estimação vivem nos lares de Lagoa Santa para dimensionar essa população a partir de dados concretos visando a melhoria das ações de proteção animal, dentre eles a vacina antirrábica.

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A X Conferência Municipal de Saúde e 1ª Conferência Municipal de Vigilância em Saúde aconteceram nos dias 20 e 21 de julho, no auditório da Escola Municipal Dr. Lund. A parte da manhã, do primeiro dia, foi marcada pela capacitação dos delegados, servidores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A qualificação dos participantes foi realizada por Tadahiro Tsubouchi, advogado e colaborador do Núcleo de Direito Sanitário do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, e também por Lurdes Machado, psicóloga e Conselheira Estadual de Saúde do Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais.

Como parte do treinamento discutiu-se o eixo temático central: “O SUS de Lagoa Santa, descentralizar para conhecer, regionalizar para governar e ampliar a clínica para cuidar”.

Na parte da tarde, a X Conferência de Saúde foi aberta oficialmente com a apresentação cultural do Coral Clube Social da Terceira Idade. Gilson Urbano, secretário de Saúde fez o pronunciamento oficial, reafirmando que “o atual governo tem por meta reestruturar as políticas e programas de saúde visando manter o compromisso assumido pela gestão de garantir o acesso aos serviços de saúde e de mantê-los com qualidade e eficiência.”

A palestra principal com o tema: “SUS – Conhecer para Defender” foi ministrada pelo Professor e Sanitarista Nery Cunha Vital da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz.

O vice-presidente do Conselho Estadual de Saúde, Ederson Alves da Silva, esteve presente e reforçou a importância da participação dos trabalhadores, usuários e gestores na efetiva construção do sistema de saúde. "Valorizar cada opinião e realizar uma escuta qualificada é fazer dela uma ferramenta de mudanças e melhorias. Não podemos perder os direitos que já temos. O SUS não pode e nem deve parar”, enfatiza.

O público ainda presenciou a apresentação musical de usuários da saúde mental e a exposição de trabalhos decorativos do Caps I, Caps AD. Estiveram presentes o vereador presidente da Comissão de Saúde na Câmara Municipal, Dr. Neil e representantes dos vereadores, de associações da sociedade civil e servidores municipais da Saúde.

O segundo dia da X Conferência Municipal de Saúde começou animado com uma aula de ginástica laboral. Em seguida iniciou-se a dinâmica das salas temáticas compostas por facilitadores, coordenadores e relatores que realizaram exposições e debates a respeito de assuntos pertinentes à saúde.

Os temas tratados foram:

  • Atenção Primária à Saúde e Saúde da Mulher;
  • Assistência Farmacêutica;
  • Saúde Mental;
  • Diversidade e Gênero;
  • Controle Social e Financiamento do SUS;
  • Vigilância em Saúde;
  • Gestão do Trabalho;
  • Educação e Humanização em Saúde, e  
  • Atenção Especializada / Hospitalar.

Com o fim dos debates, os participantes das salas temáticas  discutiram as diretrizes e metas para compor o Plano Municipal de Saúde. As propostas foram encaminhadas para a plenária final, quando foram lidas e votadas pelo pleno da conferência.

Para Gilson Urbano, secretário de Saúde, “contar com pessoas e profissionais capazes de discutir e sugerir novas ações e práticas na saúde é fundamental para a construção do SUS que queremos” finaliza.

Prestigiaram a conferência, Patrícia de Oliveira, diretora do Núcleo de Judicialização da Saúde, representando a Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais, João Pedro Laurito, superintendente de Gestão Hospitalar de Contagem, Marcelo Henriques de Alcântara, diretor municipal de Vigilância em Saúde, Ermelina de Fátima Melo, do Consórcio Mulheres das Gerais e demais servidores da gestão da Secretaria de Saúde.